Imprensa Alternativa

Jornal Virtual, Fotos , Comentários, o dia dia de Vacaria, do país e do Mundo. Jornal criado em 11 de Maio de 2000 na cidade Porto Alegre/RS

Nota

31 de maio de 2008

HOMENAGEM A LIDERANÇAS NEGRAS A deputada federal Janete Rocha Pietá (PT-SP) será uma das 14 lideranças negras do Estado de São Paulo a serem homenageadas no evento 120 ANOS DA ABOLIÇÃO NÃO CONCLUSA, que será realizado na sexta-feira, 30/5, às 18 horas, em Ribeirão Pires (SP). A homenagem é uma iniciativa da Assembléia Legislativa de São Paulo, da Prefeitura Municipal de Ribeirão Pires, da Frente Parlamentar de Promoção da Igualdade Racial e do mandato da vereadora Elzinha (PT-SP). O evento será realizado no Complexo Cultural e Educacional Airton Senna do Teatro Municipal Euclides Menato, na avenida Brasil, 193 – Ribeirão Pires.

Questão Indigena parte final

A decisão do STF será suficiente para resolver a disputa? Em Roraima parece haver um certo consenso de que não. Ao longo da semana passada, o Valor ouviu autoridades do governo estadual, agentes da Funai, oficiais do Exército, indígenas e fazendeiros. Muitos têm uma expectativa pessimista: qualquer que seja a decisão do STF, deve-se esperar reações tumultuadas do lado que se sentir prejudicado. A advogada do Conselho Indígena de Roraima (CIR), a mais articulada associação indígena do Estado, Joênia Batista de Carvalho, uma índia wapixana, diz que se o STF disser "não", os índios continuarão lutando pela terra, sempre por vias legais e pacíficas. Mas entre seu discurso e o clima em Surumu parece haver um abismo. Entre os fazendeiros, ninguém fala em reações violentas. Mas a PF já disse que líderes da resistência à terra indígena estiveram procurando assassinos pagos em Manaus e na Venezuela. Raposa/Serra do Sol foi demarcada em 1998 e homologada em 2005. O processo de demarcação é alvo de 33 ações no STF, contra e a favor. O que se discute, de modo geral, é se a área deve ser mesmo demarcada de forma contínua, conforme foi homologada pelo decreto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva três anos atrás. Ou se deve preservar algumas áreas, entre elas as fazendas de arroz, a Vila Surumu e outros vilarejos onde ainda há uma presença de não-índios, propriedades com títulos, uma área do Rio Cotingo onde há anos se planeja construir uma hidrelétrica e a área turística do Lago Caracaranã. É isso o que pede na Justiça o governador de Roraima José de Anchieta Filho (PSDB). Os produtores de arroz dizem que quando adquiriram as terras não havia a pressão da Funai pela demarcação nem o fantasma iminente de despejo. A maioria das terras não tem título de propriedade, mas documentos de posse. A área da Raposa tem 1,7 milhão de hectares. É o equivalente a 11 vezes o município de São Paulo. Segundo números do CIR, vivem na terra 19 mil índios. Os arrozais ocupam, segundo a secretaria de Comunicação de Roraima, uma faixa de 116 mil hectares. "Aqui é minha terra, eles roubaram e enricaram com o arroz", diz a velha índia Lilian Elia, cabelos compridos, colares de miçanga, blusa e saia. Ela vive na aldeia de São Francisco, vizinha a alguns minutos a pé da Fazenda Tatu, de Ivo Barili, outro arrozeiro na área. As terras de Quartiero estão um pouco mais distantes. "Eu nasci aqui, cresci aqui, caçava, pescava, andava com meu véio, com os filhos. Eles aterraram os lagos, botaram remédio que mata peixe e planta, ‘derribaram’ árvores", diz a velha num desabafo de perder o fôlego. Muitos se queixam de que com a chegada dos atuais grandes produtores de arroz (anos 90), os indígenas passaram a ser proibidos de pescar em trechos de rios que ficaram dentro das propriedades e de caçar onde estavam habituados. As duas atividades seguem tendo importância para a população indígena local ainda que a maioria fale português e ande vestida. O antropólogo Paulo Santilli, estudioso dos macuxi, autor de livros sobre a cultura indígena da região e coordenador geral de Identificação e Demarcação de Terras Indígenas da Funai explica porque o governo defende uma área contínua. Primeiro, diz, os índios têm por hábito fazer áreas rotativas de plantios. Depois de duas ou três colheitas, a área é abandonada. Rodízio que pode durar 40 anos. Santilli diz que muitos plantam a uma ou duas horas de suas aldeias. "Se a terra for seccionada, eles não terão trânsito livre, não apenas para plantar, mas tampouco para pescar, caçar, realizar seus rituais e festas, encontrar espécies mais incidentes em certas áreas e circular facilmente pelas aldeias." Segundo o antropólogo, há registros portugueses do fim do século 18 sobre a presença de diversas etnias na região. Os índios que habitam a área da Raposa - macuxi, ingaricó, taurepan e patamona - são todos de filiação lingüística karib. Os wapixana, de outro grupo, também estão na região, mas não têm aldeias só deles na área. A demarcação contínua também ajudaria a resgatar o acesso a alguns locais da mitologia indígena. O mito fundador dos povos que habitam o entorno do Monte Roraima - como é o caso dos da Raposa e outros - diz que Macunaimî, (lê-se ‘Macunáima’, o mesmo resgatado e transformado no "herói sem nenhum caráter" por Mário de Andrade) derrubou uma grande árvore para alimentar seu povo e alguns dos lugares onde os frutos caíram entraram para o imaginário local como fonte constante de alimentação. Um deles, o igarapé Paraweni, que hoje está numa das fazendas da família Faccio, também grandes arrozeiros nas terras da Raposa. O nó é que agronegócio e lendas indígenas são dois mundos que não combinam na região. Quando perguntado o que pensa sobre a função mística da terra para a cultura indígena, Quartiero explode em riso. "Quando o cara não tem mais para o apelar, tem que apelar para as forças ocultas." Quartiero fala em números. É o maior produtor de arroz do Estado. Neste ano, espera produzir, na safra 2007/2008, 600 mil sacas de arroz. A produção de arroz do Estado representa 6% do PIB de Roraima (de R$ 3,2 bilhões) e emprega 2 mil pessoas. Em 2007, a rizicultura roraimense faturou R$ 51 milhões. O que os produtores e o governador dizem é que se as fazendas ficarem nas mãos dos índios, será o fim da produção. Anchieta acredita que Roraima terá de comprar de outros Estados. O governo e os produtores sustentam que a área onde estão as fazendas da Raposa é a mais propícia para o plantio de arroz em todo o Estado e que os índios não precisam de tanta terra. Ao ouvir comentários como esse, Jerônimo de Oliveira, tuxawa de Cantagalo, dispara: "Hoje, 9 mil, 10 mil hectares nas mãos de um só fazendeiro não é muita terra só para uma pessoa?" Ele e outros índios repetem sempre que a população indígena tem crescido na região e que é preciso garantir espaço para as novas gerações. O CIR elaborou um plano de produção para quando as fazendas forem desocupadas - se forem. Falam em cultivar coletivamente as terras com algodão, milho, feijão, cana, jerimum. Arroz, só enquanto houver a ação dos agrotóxicos no solo, dizem. Depois disso, seguirão plantando, mas não mais como monocultura. As sementes viriam das reservas que as aldeias tradicionalmente fazem. O trabalho seria braçal. Parte da terra será destinada ao gado de corte. "Os índios já têm 35 mil cabeças de gado, trabalham na roça, com mandioca para a farinha, com milho. No ano passado, produzimos 58 toneladas de milho, 10 toneladas de arroz, 10 toneladas de feijão", diz Dionito José de Souza, irmão de Jaci e coordenador do CIR, citando números contestados pelos críticos da demarcação. O plano de produção é encarado com profundo ceticismo pelo governador e pelos produtores rurais do Estado. Lideranças de outras duas associações indígenas da Raposa - a Sodiur e a Alidicir - também têm questionado as vantagens de uma demarcação que inclua as fazendas, alegando que isso tiraria oportunidades de renda para índios que trabalham nas fazendas na época da colheita. Seja como for, a mobilização indígena na Raposa em prol de uma área contínua parece já ter atingido apoio de uma maioria expressiva de índios depois da homologação, o que tornou a terra indígena um fato consumado para muitos deles. "Eu diria que há uns cinco anos, 70% dos índios da Raposa/Serra do Sol talvez fossem contrários. Hoje, 70% são a favor", diz o secretário de Assuntos Estratégicos do Estado, Hamilton Gondin, que elabora um plano de desenvolvimento para Raposa. Qual será a reação dessa maioria caso o STF não confirme a terra, é o que muitos se perguntam. E temem.

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Questão Indigena

Tensão em Roraima resistirá à decisão do STF Marcos de Moura e Souza Perdido no interior de Roraima, perto da fronteira com a Venezuela, o vilarejo de Surumu, com suas cinco ou seis ruas de terra, estava agitado àquela hora da noite. Índios e índias entravam e saíam de algumas das casas em frente à base improvisada da Força Nacional e dos agentes da Funai. Outros conversavam e faziam fila para comer num de rancho coberto de palha onde um grupo numeroso se reúne. A alguns metros dali, entre 50 e 60 tuxawas - ou caciques - lotavam o salão de uma escola para discutir o tema que tem mobilizado o Estado nos últimos meses: o futuro das fazendas de arroz incluídas nos limites da terra indígena Raposa Serra do Sol e que o governo federal e defensores da demarcação querem desapropriar. No quadro negro, uma jovem indígena escreve no alto em português: "o que fazer se perdermos" e do outro lado "o que fazer se ganharmos". "Perder", para os índios seria o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que os fazendeiros poderão permanecer na terra indígena. "Ganhar" seria uma confirmação da decisão do governo federal de homologar Raposa, obrigando os arrozeiros a deixar suas propriedades para os índios. Jaci José de Souza Macuxi, de 60 anos, um respeitado líder macuxi e tido como um dos mais influentes na região da Raposa/Serra do Sol, coordena a reunião. O português é corrente entre muitos índios, mas Jaci usa uma língua indígena com os tuxawas. Passa das 20 horas da terça-feira, 20. Na manhã seguinte, Jaci explica à reportagem que a resposta para as duas perguntas é uma só. "Estamos prontos para enfrentar o que vier. Se o Supremo disser não? Estamos prontos para dar continuidade ao trabalho, ocupar a terra das fazendas". Ao seu lado, e sob o olhar de aprovação de Jaci, o tuxawa e professor Jerônimo de Oliveira, de 48 anos, da comunidade indígena da Cantagalo, na região de Surumu, completa, mais explícito: "Se der certo, vamos festejar trabalhando. Se [o STF] disser ‘não’ vamos trabalhar lá de todo jeito. Se não para que vale a legislação? Vamos fazer valer a lei. Estamos preparados para isso." A região da Raposa se converteu no centro de uma das mais apaixonadas e tensas disputas pelo direito à terra na Amazônia. E a disposição dos indígenas em Surumu é um retrato do ambiente potencialmente explosivo que se instalou entre muitos índios da região nesses dias de expectativa em relação à decisão do STF. Índios de diversas aldeias têm se deslocado para o vilarejo - alguns indo para casas já abandonadas por não-índios que deixaram o local indenizados pela Funai, fazendo com que a vila hoje pareça ser quase exclusiva de índios. Outros ergueram um acampamento bem perto da entrada da Fazenda Depósito, uma das propriedades de arroz das redondezas. "Aqui (em Surumu) já temos umas 800 pessoas. Estamos chamando gente de outras malocas (aldeias) para vir para cá. A idéia é trazer 5 mil indígenas para fazer o trabalho nas fazendas", diz Jaci. Os macuxi são maioria na Raposa. A mais de 200 km dali, numa sala envidraçada de sua usina de beneficiamento de arroz, em Boa Vista , Paulo Cesar Quartiero, dono da Depósito, da Fazenda Providência e da marca Arroz Acostumado, dá sua contribuição para manter a combustão alta. "Vou aceitar ser roubado sem reagir?", responde ele ao ser perguntado o que fará se o Supremo confirmar que os fazendeiros devem sair. Mas reagir como? "Não sei, não sei, não sei…" Em maio, funcionários de Quartiero reagiram atirando contra um grupo de indígenas, que segundo o fazendeiro, os atacaram com flechas enquanto tentavam invadir a propriedade. Dez índios foram feridos. Quartiero foi detido e liberado dias depois. Ele é um dos seis arrozeiros com propriedades na terra indígena. Dias antes do ataque, a PF dera início a uma operação para a retirada dos produtores e dos últimos pequenos comerciantes e proprietários não-índios da área. Uma liminar impediu a ação e o caso foi para o STF. A decisão, inicialmente esperada para junho, deve ficar para agosto.

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Homem suspeito de crime é preso

Homem suspeito de tentativa de homicídio é preso pela Polícia Civil 30/05/2008 17:51 Na tarde dessa quinta-feira (29/05), policiais da 20ª DP capturaram um homem, de 27 anos, suspeito de tentativa de homicídio. Ele foi capturado nas imediações da Vila Cruzeiro, em Porto Alegre. Depois de capturado pela 20ª DP, foi levado para a Delegacia de Polícia de Investigação de Homicídios e Desaparecidos (DHD), do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC). Enquanto era coletado seu depoimento, o delegado Bolívar dos Reis Llantada, titular da Delegacia de Homicídios, solicitou a prisão temporária do investigado. Agentes da DHD/DEIC obtiveram da vítima o reconhecimento do suspeito. O preso foi encaminhado à Casa Penal. O crime ocorreu no dia 02 de maio de 2008, na Rua Cruzeiro do Sul, bairro Santa Tereza, na Capital. A vítima, de 24 anos, foi alvo de tentativa de homicídio. O delito foi praticado pelo próprio companheiro, o qual ateou fogo no corpo dela.

Record quer incomodar a Globo

29/05/2008 - 18h16 "Acreditamos que a Globo terá sua pior estréia de todos os tempos", diz autor de "Caminhos" MARINA CAMPOS MELLO Da Redação Divulgação Maria no capítulo final de Caminhos, que coincidirá com a estréia de A Favorita CENAS CAMINHOS DO CORAÇÂO ELENCO CAMINHOS DO CORAÇÂO Com um plano ousado, a Record decidiu peitar a Globo em sua faixa mais nobre, a da novela das oito. Na próxima segunda (2), quando "A Favorita’, novela de João Emanuel Carneiro, estrear às 21h, a Record já estará exibindo o último dos 202 capítulos de "Caminhos do Coração". O final da bem-sucedida trama, que incomodou a Globo às 22h, foi antecipado para as 20h40 para coincidir com a estréia global. "Achamos que quem já acompanhava ‘Caminhos do Coração’ vai privilegiar o final da novela. Acreditamos que a Globo terá sua pior estréia em todos os tempos", diz Tiago Santiago, autor do folhetim povoado de mutantes e seres fantásticos, que guardou para o capítulo final o julgamento de Maria e o nome do mandante dos assassinatos da trama. E a briga seguirá com a estréia de "Os Mutantes", também de autoria de Santiago e seqüência de "Caminhos do Coração". A novela estréia às 20h40 na próxima terça, dia 3. O autor explica a estratégia que, para alguns, poderia ser considerada suicida. "Ao contrário do que se imagina, 75% do público de ‘Caminhos’ é de adultos. Mas há uma demanda muito grande do público infanto-juvenil pela novela. Se ela for ao ar mais cedo, conseguiremos trazer parte desse público para a frente da TV, e assim esperamos quebrar a resistência de quem não assiste a novelas fora da Globo", afirma. Expectativa O autor espera que, no primeiro mês, "Os Mutantes" atinja média de 15 pontos no ibope. "Mas podemos surpreender e chegar a 20 pontos", torce Santiago. Na reta final, "Caminhos do Coração" tem tido picos de audiência que ultrapassam os 20 pontos. Santiago acredita que a audiência de "Os Mutantes", no decorrer da trama, poderá ser ainda maior, já que, nesta faixa horária, o número de televisores ligados é maior. Para chamar ainda mais atenção para o folhetim, Santiago seguirá os passos de Aguinaldo Silva. O autor trará novidades da trama em blog dedicado à produção. Em seu post de estréia, desta quarta (28), Tiago Santiago responde comentários de João Emanuel Carneiro e Antônio Fagundes, que criticaram a qualidade das novelas da Record. O autor também colocou no ar o roteiro de uma das cenas do fim de "Caminhos". Santiago virou o principal nome da dramaturgia da Record. Antes de "Caminhos do Coração", o autor já tinha tido sucesso com "Prova de Amor", que deverá ser reprisada como forma de preparar o público para a terceira faixa de novelas do canal. "Ainda não sabemos se a terceira faixa será inaugurada ainda neste ano ou em 2009", diz. Também não foi definido que tipo de novela entrará neste horário. A Record está em negociações com a Televisa, mas eu não estou envolvido nisso. Eu prefiro e sou a favor da teledramaturgia brasileira", diz Santiago, que também atua como consultor do canal, analisando novas sinopses. Mais"Os Mutantes" terá vampira do bem; veja foto de Nati Fonte: Uol Esportes

Veja On Line

30 de maio de 2008 Caro leitor, aqui estão os destaques de VEJA desta semana. VEJA.com veja@abril.com.br COLUNISTAS (acesso livre) Blog Reinaldo Azevedo Índios cenográficos demais para o meu gosto Genética Mayana Zatz A vitória no Supremo Tribunal Federal Radar on-line Lauro Jardim Podcast com o senador Aloízio Mercadante Chegada Renato Dutra O consumo de álcool e o esporte Seus Direitos Costa Machado . Conceito de estado . Invasão de imóvel Podcast Diogo Mainardi A música é um poderoso instrumento do diabo Homo obesus Geraldo Medeiros . Repostas a leitores . Tireóide e hormônio De Paris Antonio Ribeiro O terceiro choque do petróleo Consultório Sentimental Betty Milan Coração dilacerado Dubitandum Gustavo Ioschpe Saúde dos médicos e os professores Espelho Meu Lucia Mandel . Respostas a leitores . Pele oleosa e acne Cinema Isabela Boscov ‘As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian’ EDIÇÃO DA SEMANA (exclusivo para assinantes) Edição 2063 | 4 de junho de 2008 Conjuntura Adormecida durante uma década, a inflação ameaça o Brasil e o mundo. As armas para combatê-la são conhecidas. Basta coragem para usá-las. . Índice STF | Pesquisa com células-tronco é constitucional No julgamento sobre o uso de células-tronco de embriões humanos nos laboratórios, o Supremo se ateve ao direito - e fez história. Especial O legado japonês aos brasileiros As contribuições dos imigrantes japoneses e seus descendentes que ajudaram a mudar as feições do Brasil. Nosso país não seria o mesmo sem a participação deles. RJ | Garotinho indiciado por formação de quadrilha Ex-governador é acusado acobertar as ações de um grupo de policiais que barbarizou o Rio cometendo ilícitos variados. Livros Ele foi perdoado pelo sucesso A biografia O Mago revela muitos detalhes escabrosos do passado de Paulo Coelho. E isso, para quem já vendeu 100 milhões de exemplares, é apenas mais uma promoção. Entrevista | Um líder estudantil da Venezuela Yon Goicoechea diz que seu país precisa de menos ideologia e mais pragmatismo para voltar a ser uma verdadeira democracia. Televisão A noveleira do Silvio Santos As razões que levaram a mulher do dono do SBT a se aventurar como a autora da próxima novela da rede. Segundo ela, o marido reclama de seus ’surtos criativos’. Internet | Com YouTube, votar nunca mais será igual O site de vídeos criado em 2005, associado aos blogs sobre política, está mudando a forma de fazer campanha eleitoral no país. Claudio de Moura Castro O encontro com o príncipe Roberto Pompeu de Toledo …e o governo se diverte . CPI dos Cartões | ‘Coveiros’ enterram a investigação . Vida selvagem | Terremoto na China castigou pandas . Estilo | A marcha irresistível das botas de plástico . Cinema | As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian . Dinheiro | A vida badalada das milionárias russas Clique aqui para cancelar o envio deste e-mail Nosso serviço de cadastramento solicitará seu e-mail e senha. Se não souber a senha, digite seu e-mail e clique no item ‘Esqueci minha senha’. Uma senha provisória será enviada para sua caixa postal para possibilitar o acesso ao serviço. ON-LINE (acesso livre) Quem é quem Thiago Pereira e Michael Phelps Vídeo Esquerda da AL Cenas do encontro no Uruguai Perguntas e Respostas Amazônia A quem a floresta pertence? Perguntas e Respostas Academia Brasileira de Letras (ABL) Como os Imortais são escolhidos? Em profundidade Trânsito O caos nas grandes cidades Estação VEJA Cinema: As Crônicas de Nárnia copyright © Editora Abril S.A. - todos os direitos reservados

Candidatos do Conselho Tutelar

Candidatos do Conselho Tutelar da cidade de Vacaria/RS no dia 22 de Junho de 2008. Compareça as Seções Eleitorais

Haiti

Lula no Haiti: sub-imperialismo brasileiro em ação Sandra Quintela , Rio de Janeiro, 30 de maio de 2008 ——————————————————————————– No último dia 28 de maio, o Presidente Lula visitou o Haiti pela segunda vez. A primeira havia sido em 2004, junto com a seleção brasileira, que desfilou pelas ruas de Porto Príncipe em carro (de guerra) aberto. Desta vez, chegaram na comitiva a Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, entre outras empresas convidadas. Uma delas, cujo nome é mantido sob sigilo, já recebeu US$ 80 milhões do Banco de Desenvolvimento Europeu para a primeira fase das obras de reestruturação de rodovias haitianas. No mesmo momento, o movimento social haitiano Batalha Operária solicitou autorização à Polícia para fazer um ato na porta do Palácio Nacional, em Porto Príncipe, para protestar contra a presença das tropas militares no país. A Polícia Nacional haitiana negou o pedido. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, a tropa da elite – o Bope – treinou na favela Tavares Bastos, que ocupa, desde 2000, parte das tropas brasileiras que compõem o efetivo de 1.213 homens das Forças Armadas que estão no Haiti desde 2004. Lá, a população que já não agüenta de tanta fome, vai às ruas protestar contra a alta abusiva dos alimentos. Aqui, a população vai às ruas nas favelas protestar também de forma espontânea contra os abusos policiais que matam diariamente 7, 8, 9 pessoas em cada incursão na suposta busca de traficantes. Aqui como lá, a estrutura da desigualdade é gritante. No Brasil, segundo dados recém-lançados pelo IPEA (Instituto de Políticas Econômicas Aplicadas), 10% dos mais ricos detêm 75% da riqueza. Lá, a profunda deteriorização da economia haitiana levou 76% da população a viver em situação de pobreza. A situação sócio-política do Haiti se agudiza. As tropas da Minustah cada vez mais cumprem um papel de polícia com todas as táticas de repressão a populações empobrecidas utilizadas pela polícia do Rio de Janeiro. A lógica é a mesma. Cada vez mais os inimigos do sistema são as populações empobrecidas. O Haiti e o Rio têm servido muito bem de campo de experimentação dessas novas estratégias do sistema capitalista. A proximidade do governo Lula com governos que põem em prática essa estratégia é também aqui e lá. As visitas de Lula e seus ministros ao Rio são freqüentes. As chacinas também. A do Complexo do Alemão, ocorrida em 27 de junho de 2007, deixou 19 mortos e 10 pessoas gravemente feridas. O Ministro Tarso Genro, em reunião com secretários de segurança de todo o País para discutir o chamado PAC da Segurança (Pronascin - Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), um dia depois da dita chacina, considerou a operação no Rio um exemplo de parceria e disse(1): “É uma ação das polícias militar e civil, comandada pelo governador do estado e pelo secretário de segurança, que têm a retaguarda da Força Nacional”. Também o Itamaraty considera um exemplo de parceria o que o Brasil está fazendo no Haiti. Em reunião no último dia 26/05/08, integrantes da Rede Jubileu Sul foram levar um manifesto assinado por 73 organizações sociais brasileiras. Um funcionário da Divisão das Nações Unidas daquele ministério afirmou “o Haiti também é prioridade para o governo brasileiro – é a missão mais importante por ser um país da região. É também a única onde o Brasil tem tropas, com apoio do Congresso”. No último 7 de abril, em Porto Príncipe, 7 pessoas foram assassinadas ao protestarem junto a mais 3 manifestantes contra a subida generalizada dos preços dos alimentos. No 1º de maio, nas manifestações pelo Dia Internacional do Trabalho, os nomes de todas as pessoas que fizeram uso do microfone durante a marcha foram recolhidos por parte da Minustah e da Polícia Nacional. O povo haitiano também tem saído às ruas para protestar pela presença de tropas estrangeiras no país. Cresce o clamor pela retirada das tropas compostas em grande parte por soldados dos países do sul. A avaliação negativa da efetividade de missões como a Minustah cresce. Recentemente, ativistas, vencedor de prêmio nobel e intelectuais também assinaram um documento afirmando que essas tropas “violam os direitos humanos com total e escandalosa impunidade, em flagrante contradição com o mandato definido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas que lhes atribuem a tarefa de impulsionar o respeito aos direitos humanos e reforçar o sistema judicial”. A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti, MINUSTAH, foi estabelecida em 30 de abril de 2004, segundo resolução 1542 do Conselho de Segurança, e tem mandato até 15 de outubro de 2008 (S/RES/1780). É urgente e necessário que seja feito um esforço no Brasil no sentido de pressionar/constranger os governos nacionais a retirarem suas tropas a partir de um plano discutido com setores representativos do povo haitiano. Ao mesmo tempo, é urgente o debate em torno da militarização das periferias urbanas como estratégia de apropriação de territórios onde vivem os mais pobres. Lula leva na sua comitiva para o Haiti as mesmas empresas que farão grande parte das obras do Plano de Aceleração do Crescimento. O Complexo do Alemão é palco de uma das obras do PAC. Precisou entrar a polícia para limpar o território e garantir a obra. Não seria justo questionar que o mesmo papel está fazendo também a Minustha para garantir que essas mesmas empresas realizem seus trabalhos no Haiti? Limpar território de negros, mulheres, velhos e crianças pobres; será que é mesmo isso que está por trás dessas políticas tanto aqui como no Haiti? - Sandra Quintela é membro do Pacs e Jubileu Sul. —— (1) Correio Brasiliense, 29 de junho de 2007

Jornal Negritude bate record de acessos

Foto: Equipe do Jornal Negritude

Estatísticas do blog: Acessos hoje: 14 Acessos este mês: 4521 Total de acessos: 14533 Estatísticas dos posts mais acessados: Título Criado em Hoje Este mês Total Execução de Adolescentes Negros no Brasil 19.05.08 11:06:11 1 4 4 Execução de Adolescentes Negros no Brasil parte2 19.05.08 11:06:53 1 4 4 Execução de Adolescentes Negros no Brasil parte3 19.05.08 11:08:15 1 4 4 operação esforço concentrado 12.05.08 10:13:16 1 3 3 Questão Racial 19.05.08 11:01:25 1 3 3 O Jornal Negritude bateu o seu maior record deste a transformação de um jornal eletronico para Blog, nos seus oito anos de existência atingimos a marca de 4.521 num total de 14.533 em um ano. Muito obrigado leitores (as) que nos prestigiam no mundo inteiro via internet. A vitória é todos nós leitores (as), colaboradores e equipe do Jornal Negritude. Paulo Furtado Editor-Chefe Jornal Negritude

News Negros

30 de maio de 2008

FHM pela primeira vez com mulher negra na capa IOL - Lisbon,Portugal A FHM portuguesa tem pela primeira vez uma mulher negra na capa. Trata-se de Micaela Reis, que foi Miss Angola 2007 e dama de honor no concurso Miss Mundo … Veja todos os artigos sobre este tópico Taís Araújo: sou uma negra em movimento O Estado do Maranhão (Assinatura) - São Luís,MA,Brazil Ela também rejeita títulos ou pesos por causa de ser negra: “Não sou do movimento negro, sou uma negra em movimento. Acho ótimo ter uma família negra rica … Veja todos os artigos sobre este tópico AL discute crimes de extermínio de negros A Tarde On Line - Salvador,BA, Brazil Entre os anos de 1998 e 2004, das 6.308 pessoas que foram assassinadas em Salvador e região metropolitana, 92,7% (5.852) eram negras. O número foi divulgado … Veja todos os artigos sobre este tópico __._,_.___

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