Imprensa Alternativa

Jornal Virtual, Fotos , Comentários, o dia dia de Vacaria, do país e do Mundo. Jornal criado em 11 de Maio de 2000 na cidade Porto Alegre/RS

Operação Sensação

30 de novembro de 2007

Operação Sensação prende 43 pessoas e fiscaliza mais de 20 mil veículos 30/11/2007 11:30 Realizada das 8h dessa quinta-feira (29/11) às 8h desta sexta-feira (30/11), em 299 municípios do RS, a Operação Sensação resultou na prisão de 43 pessoas e na fiscalização de 20.699 veículos. Na ação policial foram empregados 1.887 servidores e 479 viaturas da Brigada Militar. Confira abaixo os resultados obtidos nas 24h de Operação no Estado: - Apreensão de CNHs: 6 - Boletins de ocorrência elaborados: 112 - Pessoas abordadas: 33.598 - Prisões realizadas: 43 - Termos circunstanciados elaborados: 13 - Veículos autuados: 118 - Veículos fiscalizados: 20.699 - Veículos recuperados: 3 - Veículos recolhidos: 35 A Operação Sensação tem por objetivo ampliar a sensação de segurança da comunidade e inib ir a ocorrência de delitos, especialmente de furtos e roubos de veículos. As atividades são realizadas sob forma de barreiras policiais, blitze, abordagens e outras ações congêneres, durante 24 horas, no mínimo em dois dias da semana, recaindo a escolha naqueles lugares em que os estudos estatísticos da SSP indicam ser os de maior incidência dos delitos relacionados a furto e roubo de veículos. Fonte: SSP/RS

Ações no jogo Grêmio x Corinthians

BM realiza entrevista coletiva sobre ações de policiamento no jogo Grêmio e Corinthians 30/11/2007 12:28 Nesta sexta-feira (30/11), às 16h, na sede do Batalhão de Operações Especiais (Rua Silvado, bairro Partenon), será realizada reunião entre Brigada Militar e EPTC para discutir ações de planejamento para o jogo entre Grêmio e Corinthians. A partida, válida pelo Campeonato Brasileiro 2007, acontece às 16h de domingo (02/12), no Estádio Olímpico. Fonte: SSP/RS

Alccol é a droga a ser combatida pela sociedade

Winters frisa a Mallmann que “o álcool é a droga a ser combatida pela sociedade” 30/11/2007 12:55 O secretário estadual da Segurança Pública, José Francisco Mallmann, reuniu-se na manhã desta sexta-feira (30) com o psicólogo norte-americano Ken Winters, um dos maiores especialistas mundiais no estudo sobre os malefícios do álcool e drogas. Em visita esta semana a Capital, onde proferiu uma série de palestras sobre os temas, Winters conheceu o secretário em conferência realizada na última terça-feira, no Colégio Anchieta, onde soube da proposta de restrição ao consumo e comércio de bebidas alcoólicas, defendida por Mallmann. Ph.D no tema “uso e abuso de drogas”, Winters afirmou que a medida sugerida pelo titular da SSP é “sensacional”, tanto sobre o ponto de vista da saúde e educação, quanto sobre a ótica preventiva, visando a redução dos indi cadores de criminalidade. De acordo com o norte-americano, a sociedade gaúcha e brasileira não pode mais subestimar os problemas decorrentes do álcool, precisa ter a clareza para a importância do debate público e trabalhar, de forma integrada, o controle no consumo excessivo de álcool. Em sua conversa com o secretário, cuja tradução foi realizada pela delegada Elisangela Melo Reghelin, do Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DDRH), da SSP, Winters explicou ao secretário que nos EUA a restrição no horário de comércio do álcool trouxe muitos benefícios à sociedade, pois, além de reduzir os danos à saúde das pessoas, principalmente adolescentes e jovens, reduziu a violência, que tinha no álcool um estopim para o confronto de gangues, acidentes de trânsito e homicídios. Ao traçar um cronograma do combate ao álcool em seu país, enumerou que a restrição nos municípios inicia-se à meia-noite e que a idade mínima para o consumo, estipulada por lei naciona l desde a década de 1980, passou dos 18 para os 21 anos, visto as autoridades federais detectarem os problemas no abuso do consumo do álcool. Essa medida, segundo ele, reduziu, somente os acidentes de trânsito, em cerca de 50%. Ressaltou, ainda, que para a maioria dos crimes no EUA a idade penal é de 18 anos. Ainda no enfoque a restrição ao consumo das bebidas alcoólicas, Winters assinalou a Mallmann que a medida surtiu efeito positivo não só nos EUA, mas também em outros países. Argumentou que no caso do RS, alternativas para a restrição passariam, por exemplo, pela delimitação no horário de venda da bebida e na utilização do sistema de segurança pública como um controlador e fiscalizador desse comércio. Já na área da saúde, lembrou que há medicamentos sendo utilizados na inibição ao consumo de álcool. Sobre como a família poderia ser mais efetiva no controle ao álcool, afirmou ao secretário que antes de tudo vem o exemplo dos pais, de evitar fumar e beber na fr ente dos filhos e ter o diálogo como um referencial, tanto na infância e adolescência das crianças, quanto na juventude. Na avaliação do especialista, o que leva os jovens a abusarem no consumo de bebidas alcoólicas é seu próprio comportamento, desafiador dos limites e regras. Salientou ao secretário que para isso contribui, também, o aumento no consumo de drogas lícitas e ilícitas entre os adultos, que propiciam o exemplo negativo, associado, ainda, a questões culturais. Conforme Winters, no EUA o álcool é, disparado, a droga que mais causa problemas, superando todas as outras, lícitas e ilícitas, juntas. Na sua opinião, o grande problema a ser enfrentado pela sociedade é o do excesso no consumo das bebidas alcoólicas. Afirmou que em terras norte-americanas o álcool é o grande detonador nos problemas envolvendo acidentes de trânsito e crimes, principalmente entre os jovens. Apontou, no entanto, que de uma maneira equivocada, a mídia foca-se em problemas envolven do a cocaína, maconha e outras drogas que, em sua maioria, atingem e são consumidas por uma faixa etária mais velha da população. Mallmann concordou com o especialista e falou que estatísticas da SSP, coletadas desde o início do ano, indicam essa realidade. Para o secretário, a parcela da população que é contrária a medida seria formada pelo que denominou de “indústria da cirrose, os notívagos e as pessoas que pensam não estarem dependentes das bebidas alcoólicas”. As implicações do álcool no cérebro Conforme o psicólogo, de acordo com recentes pesquisas, o desenvolvimento completo do cérebro se dá somente aos 25 anos de idade. A última parte do cérebro a se formar é a do córtex pré-frontal, região responsável pela capacidade de escolha do indivíduo, de onde parte o juízo crítico e a capacidade de avaliação e de discernimento. Daí a importância da família e da escola estarem presentes e atentas, especialmente entre os 15 e 20 anos, período em que , nos EUA, o uso de álcool é maior. Os resultados das pesquisas de Ken Winters apontam para um percentual de 12,2% dos jovens nesta faixa etária que acabam tendo problemas com a bebida na vida adulta, em função do consumo exagerado na adolescência. Quanto mais cedo o jovem é iniciado no consumo de álcool, maior as probabilidades de vir a ter problemas futuros. Se este consumo se dá a partir dos 21 anos, como prega a lei norte-americana, a possibilidade de vir a ter problemas com álcool é cinco vezes menor. No Brasil, a idade mínima para consumo é de 18 anos e, segundo pesquisas, quem bebe antes disso tem três vezes mais chances de ter problemas com a bebida na vida adulta. Fonte: SSP/RS

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Curso com instrutores do FBI

Acadepol promove curso de capacitação em inteligência com professores-instrutores do FBI 30/11/2007 15:25 Numa iniciativa inovadora da Academia de Polícia Civil (Acadepol), com apoio da Associação de Delegados de Polícia (Asdep), tem início na próxima segunda-feira (03/12), na sede da Asdep, o Curso de Inteligência Policial para Coleta de Testemunhos, que trará a Porto Alegre cinco agentes-instrutores do F.B.I (Federal Bureau of Investigation). A cerimônia de abertura do curso terá a presença do Chefe de Polícia, delegado Pedro Carlos Rodrigues, e do Legal Attache do F.B.I., David Brassanini. O curso de atualização, destinado aos profissionais de segurança pública do Estado com atuação em diferentes órgãos de inteligência encerra na sexta-feira (07/12). Ao todo, cinqüenta profissio nais do Rio Grande do Sul terão aulas teórico-práticas realizadas, na Rua Visconde de Inhaúma, 56, bairro Menino Deus, em Porto Alegre, na sede da Asdep. As aulas ocorrerão das 8h30min às 12h e das 13h30min às 17h30min. Fonte: SSP/RS

Tche Guevara

LETRAVIVA – CHE VIVE! Estimado amigo e amiga do MST, Hoje completam 40 anos da morte do revolucionário Ernesto Che Guevara. Em vários países do mundo, e especialmente da América Latina, militantes de esquerda e movimentos sociais realizam homenagens ao homem que se transformou num dos maiores símbolos da luta pela liberdade dos povos latino-americanos, caribenhos e africanos. Era certo que a burguesia e o imperialismo também não deixariam essa data passar despercebida. Para estas forças conservadoras, o frio assassinato que promoveram em La Higuera (Bolívia), em 1967, não foi suficiente para aplacar o ódio de classe que sentiam ao líder revolucionário. Além de assassinar o corpo, é necessário também assassinar a história. Coube à revista Veja, do Grupo Abril, ser mais uma vez, porta-voz das forças reacionárias e de praticar um jornalismo sem nenhum compromisso com os fatos. Para nós, trabalhadores e trabalhadoras, o mês de outubro é um período de resgatar a história, os ensinamentos e o exemplo de Ernesto Che Guevara. Por que recordar o Che? Porque ele dedicou sua vida para a causa do povo. Deixou-nos um legado de solidariedade incondicional com todos os oprimidos e de compromisso com as lutas pela libertação dos povos. Fidel, ao referir-se a Che, disse: “nos deixou seu pensamento revolucionário, nos deixou suas virtudes revolucionárias, nos deixou seu caráter, sua vontade, sua tenacidade, seu espírito de trabalho. O homem que deve ser modelo para nosso povo”. Decididamente, a contribuição de Che, por suas idéias e exemplo, não se resumem a teses de estratégias militares ou de tomada de poder político. Nem devemos vê-lo como um super-homem, dotado de poderes sobrenaturais e infalíveis. E, tampouco exorcizá-lo, reduzindo-o a um mito. Olhando sua obra falada, escrita e vivida, podemos identificar em toda a trajetória um profundo humanismo. O ser humano era o centro de todas as suas preocupações. A admiração e o respeito devem ser direcionados a sua vida, sua capacidade dialética de sempre aprender, sua persistência em lutar contra qualquer forma de injustiça, sua capacidade dirigente e sua humildade. Ele mesmo nunca permitiu que o transformassem em um mito. ********************************* Che é para nós um exemplo de superação dos próprios limites e de um profundo amor à humanidade. “Permita-me dizer-lhes, com o risco de parecer ridículo, que o revolucionário é movido por grandes sentimentos de amor [...] todos os dias é preciso lutar para que esse amor à humanidade viva se transforme em fatos concretos, em atos que sirvam de exemplo de mobilização” (Che Guevara). ********************************* A indignação contra qualquer injustiça social e sua revolta às políticas imperialistas, implementadas em qualquer parte do mundo, era o que mais o motivava a lutar. Dizia ele “… cada vez que um país se desprende da árvore imperialista, ganha não só uma batalha parcial contra o inimigo fundamental, mas também contribui para o real enfraquecimento e dá um passo para a vitória definitiva”. Sua persistência, não medindo esforços em quaisquer circunstâncias, mede-se por seu trabalho, suas lutas e, sobretudo, por seu exemplo prático. Mesmo como ministro de Estado, dirigente da Revolução Cubana, fazia trabalho solidário na construção de moradias populares, hospitais, escolas e no corte da cana. “No futuro, teremos todos que cumprir os nossos deveres revolucionários e que renunciar temporariamente a certos privilégios e direitos em benefício da coletividade”. Defendia, com sua elaboração teórica e com sua prática, o princípio de que os problemas do povo somente se resolvem se todo o povo participar ativamente na busca e na implementação das soluções dos seus próprios problemas. Acreditava no poder e na necessidade do povo ser protagonista de sua própria história. Para ele, uma revolução social se caracteriza, fundamentalmente, pelo fato de o povo assumir seu próprio destino, participar de todas as decisões políticas da sociedade. Sempre defendeu a integração completa dos dirigentes políticos com a população. Combatia, dessa forma, os populismos demagógicos. E assim mesclava a força das massas organizadas com o papel dos dirigentes, dos militantes, praticando aquilo que Gramsci já havia caracterizado como a função do intelectual orgânico coletivo. Teve uma vida simples e despojada. Nunca se apegou a bens materiais. Denunciava o fetiche do consumismo, defendia com ardor a necessidade de elevar permanentemente o nível de conhecimento e de cultura de todo o povo. Por isso, Cuba foi o primeiro país a eliminar o analfabetismo e, na América Latina, a alcançar o maior índice de ensino superior. O conhecimento e a cultura eram para ele os principais valores e bens a serem cultivados. “No dia em que deixamos de aprender, que acreditarmos saber tudo ou que tivermos perdido nossa capacidade de intercambio com os povos, será o dia em que teremos deixado de ser revolucionários”, afirmava ele. E, acrescentava: “a sociedade em seu conjunto deve se converter em uma gigantesca escola”. Para nós, o conhecimento e a experiência deixados por Che Guevara são apreendidos todos os dias, em nossas atividades cotidianas, na nossa formação, no nosso empenho pela educação, no nosso enfrentamento com o imperialismo e com a burguesia brasileira, que abandonou a idéia de construir uma Nação em nosso país. Há mais de 500 anos, a elite do nosso país preocupa-se unicamente em reforçar uma política de sermos subalternos aos interesses do mercado internacional e de facilitar a exploração das nossas riquezas naturais e do nosso povo. Mais do que nunca, as idéias e os ideais de Ernesto Che Guevara estão presentes, junto à classe trabalhadora brasileira. No mês de outubro, o resgate aos ensinamentos de Che se transforma em homenagens. Mas também, em ações práticas que se espalham por todo o país por meio da Jornada de Solidariedade e Trabalho Voluntário. Em sua memória vamos estudar, praticar ações solidárias e celebrá-lo em todas as áreas de Reforma Agrária, acampamentos e assentamentos. Sabemos que é preciso seguir pela trilha dos seus passos, buscando cada dia ser melhor na prática militante, nos estudos e na convivência com os outros. Acreditar em Che, relembrar o Che hoje é, acima de tudo, cultivar esses valores da prática revolucionária que ele nos deixou como legado. A burguesia queria matar o Che. Levou seu corpo, mas imortalizou seu exemplo. Che vive! Viva o Che! Direção Nacional do MST “Temos um caminho difícil a percorrer. A nossa força reside na unidade dos operários e camponeses, de todas as classes necessitadas, que devem marchar para o futuro”. Ernesto Che Guevara Fonte: MST

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Três profissionais de imprensa morrem em acidente de SC Comente esta notícia » Mônica Veloso se irrita com perguntas e abandona entrevista no Terra TV » SBT e Gugu são condenados a pagar viagem e indenizar telespectadora » Américo Martins, da BBC, comenta possível demissão de 2,8 mil funcionários Evandro Troian (foto), cinegrafista da RBS, morre durante cobertura de acidente em Santa Catarina. Últimas notícias 10/10 - Google é responsável por 60% das buscas realizadas no planeta, diz pesquisa 10/10 - IBM e Second Life fecham acordo para abrir mundos virtuais 10/10 - Emissora de Hugo Chávez será transmitida por canal educativo do Paraná Opinião » Confira outras opiniões Eduardo Pugnali Desintoxicação Pedro Venceslau Milton Neves pondera: "Nunca briguei, sempre reagi" Política » Oposição volta a atacar Medida Provisória que cria TV Pública » Em discurso no Senado, Renan Calheiros culpa "mau jornalismo" por denúncias » Presidente Lula elimina impostos sobre equipamentos da TV digital Araujo Revista IMPRENSA » Roberto Pompeu de Toledo: "No Brasil, a imprensa é monotemática" » Especial: Os caminhos subterrâneos das concessões de TV no Brasil » Homenagem: Os 40 anos da ABERJE » Capa: Por que a reforma ortográfica afundou Notícias de Mídia » Etco Ogilvy traz Café 3 Corações de volta para a mídia depois de dois anos » Predicta reúne grandes nomes do marketing online na próxima quarta-feira » Anatec realiza 4ª edição de seminário voltado para profissionais de mídia Internacional » Artigo comenta visão de comunicadores sobre o futuro do jornalismo » Jornal americano celebra a "derrota" de Chávez em referendo na Costa Rica » BBC deve demitir cerca de 2 mil funcionários, diz Financial Times Pelo Brasil » Justiça isenta TV Globo de pagar indenização por relatar acidente » ESPM promove encontro de estudantes de mestrado de todo o Brasil » Agência de Notícias dos Direitos da Infância promove o I Colóquio Mídia & Agenda Social Copyright ® 2007 - Imprensa Editorial Ltda. Rua Rego Freitas 454 - 6º Andar - Conjunto 61 - Vila Buarque - São Paulo - SP - CEP 01220-010 Fone/Fax: (11) 2117-5300 Todos os direitos reservados

Comentário do Leitor

Comentado em 28.11.07 às 16:03:49 por Jéssica Olá. Eu acho muito importante que o governo faça esses tipos de eventos, para conscientizar as pessoas da realidade, e para acabar com essa violência, e ainda tem gente que diz que o governo não faz nada, bom ai temos uma prova de que o governo está fazendo bastante coisas para o povo. Achei muito interessante essa manchete(texto). Beijo Jheydi

Coluna Gabriel Waldrigues

Comentado em 29.11.07 às 13:04:14 por gabriel waldrigues colunistagabrieljnegritude@yahoo.com.br Futebol Catartinense já está em rítimo de 2008, na Chapecoense foi mantida a diretoria executiva para os desafios da copa do Brasil e campeonato catarinense foi apresentado um velho conhecido do futebol catarinense para ser o novo técnico Abel Ribeiro. No Avaí foi apresentado o Uruquaio Sergio Ramires para técnico e no Criciuma foi apresentado o jogador Marcelo Rosa.

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